Senhora, José de Alencar

Num Brasil de outro tempo, uma mulher compra um homem. O que? Isso mesmo. Não, não estou falando de prostituição. Estou falando de um casamento forjado por uma mulher rica com um homem a quem em outros tempos ela amou. Isso seria romântico, e muito, se não passassem a representar um bom casamento para os de fora e se engalfinhar de ódio, destilando veneno em cada comentário dirigido um ao outro. José de Alencar escreve uma história diferente para seu tempo, mas igual a um outro livro antes escrito por este chamado a Diva (que ainda não li, mas quero, um dia talvez). Diferente por quê? Porque a mulher passa a ter uma maior independência graças a seu dinheiro enquanto que isso não é bem visto pela sociedade graças a certos comportamentos da personagem, aspectos que representariam um plano secundário na trama se não fosse tão marcante. Junto ao enredo as questões sociais levantadas na trama oferecem à história principal uma competição para saber quem tem mais brilho. E quem ganharia? Nesses dois eu não sei, o que sei é que da história quem tem o maior brilho é Aurélia, nossa mocinha e protagonista. Se você tem interesse de ler essa complexa história de amor e duelos verbais clique no link que coloco aqui: DomínioPúblicoSenhoraJoséDeAlencar. Boa leitura, porque eu gostei e muito.

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